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18 de dezembro de 2008

Bubú: usá-lo ou não?

               Antes de ser mãe, eu gritava aos quatro cantos que minha filha JAMAIS usaria chupeta, e pretendia seguir com essa linha de pensamento quando a tivesse, porém, quando estava fazendo as compras do seu enxoval, uma amiga (Samara) muito da ousada...rsrs, me obrigou a comprá-la dizendo que seria apenas para uma eventual emergência, como não tive muita opção acabei por comprar a bendita...

                Pois bem, na maternidade Julinha não a usou, pois eu ainda continuava decidida de que ela não usaria, contudo, ao chegarmos em casa...logo na primeira noite, ela teve sua primeira grande crise de choro (isso é absolutamente normal, e não tem nada a ver com cólicas ou coisas parecidas, ocorre simplesmente porque dentro do útero materno é tudo muito escuro e muito quentinho, e isso dá ao bebê uma sensação de segurança que ele perde completamente ao se deparar com muita luz, muitas pessoas, muito barulho, enfim, é um mundo muito desconhecido pra ele, e cabe à nós, papais e mamães transmiti-los essa segurança e tranquilidade tão esperadas...), e eu totalmente inexperiente entrei em pânico, já tinha feito tudo o que me orientaram na maternidade, e posto em prática todos os conselhos que havia recebido (e olha que não foram poucos, porque nesta hora sobra opiniões de especialistas a seu lado), e nada funcionava, ela chorava incesantemente, quando de repente...eu me lembrei da chupeta, e como num passe de mágicas ela se acalmou e dormiu, desde então a chupeta antes tão odiada, passou a ser minha grande companheira...

               Um dos maiores prazer do recém-nascido é o da sucção, daí a razão deles passarem praticamente o dia inteiro mamando, o que faz com que muitos engorde acima do normal, pois as mães (que não se rendem a chupeta), acreditam sinceramente que seus filhos estão com fome e eles acabam se alimentando mais do que deveriam, em razão disso mais um ponto para o uso da chupeta, pois, além dos bebês ficarem mais calminhos não vão buscar o alimento sem que realmente estejam com fome. Vale ressaltar, que cada mãe sempre saberá o que é melhor para seu filho, ainda que não acredite sinceramente nisso...(acho que já disse ou escrevi essa frase antes...rsrs)

17 de dezembro de 2008

A escolha do(a) pediatra

            Só depois que o nosso bebê nasce, é que nos damos conta do quão importante é termos um pediatra de confiança...
            Enquanto estivemos no Aliança, durante os dois primeiros dias de vida de minha filha,fomos acompanhados pela equipe médica de lá, que por sinal dispensa comentários, são maravilhosos, e de uma atenção ímpar, me lembro que ao chegarmos em casa, me vi com várias perguntas sem respostas, eu e meu marido, como todos os bons pais de primeira viagem, ficamos aflitos em meio a tantas dúvidas, e como ainda não havíamos visitado nenhum pediatra, não tive escolha, liguei pro hospital Aliança, contei a minha situação, eles prontamente me transferiram para uma gentil médica que tirou TODAS as minhas dúvidas, e ainda se colocou à disposição até que nós encontrássemos um pediatra, ou seja, fantásticos!!!
            Pois bem, visitei alguns pediatras, e em cada um encontrava algum defeito: ou achava que não era atencioso o bastante, ou o consultório era daqueles que super lotavam, ou o médico não se dispunha a fornecer os seus contatos, enfim, parecia que o médico que eu estava buscando só existia nos meus sonhos, até que, quando Julinha estava com 6 meses, através da indicação de um amigo, encontrei Dra CRISTIANE MOURA ACIOLY, ela reunia TODAS as qualidades que sempre busquei em uma pediatra, atendia em um consultório perto da minha casa, o consultório não ficava super lotado, ou seja, sempre éramos atendidos mais ou menos dentro do horário marcado, com atrasos suportáveis, e dra Cris, como a chamo carinhosamente, se tornou quase uma amiga, dona de uma atenção, de um cuidado, de um carinho em seu atendimento, que custava acreditar que ela era de fato médica, pois em geral os médicos são mais frios, mas ela é muito diferente, é do tipo que toma seu problema pra ela...já passei algumas situações complicadas com Júlia, e sinceramente, não sei o que seria de mim se a não a tivesse conhecido.
            Pense em um médico que faz da consulta dele, quase um bate papo entre amigos, que esclarece toda e qualquer dúvida que você tenha, que passa o tempo necessário para uma consulta mais que completa, que pega sua filha no colo, enche de beijo, de abraço, de cheiro, que atende suas ligações A QUALQUER DIA E HORA, que se eventualmente não consegue te atender RETORNA SUAS LIGAÇÕES ou RESPONDE SUAS MENSAGENS DE TEXTO, ou melhor que LIGA PARA SUA CASA, OU PARA O SEU CELULAR COBRANDO NOTÍCIAS DO SEU FILHO, e muitas vezes TE DANDO BRONCA POR VOCÊ NÃO TER DADO NOTÍCIA, ou seja, ela sofre junto com você, e o melhor de tudo...uma médica que sua filha AMA e vai para todas as consultas sorrindo, e quando é chamada no consultório e avista sua médica, corre ao encontro dela, reconhecendo nela alguém de sua confiança...pois é, essa é a mais fidedigna descrição da pediatra da minha filha, agora digam: é ou não é um sonho???


16 de dezembro de 2008

Como livrar meu filho da cólica?

Encontrei essa matéria no site http://www.guiadobebe.com.br/, e devido à sua importância decidir publicá-la aqui:

As mamães ficam desesperadas quando seus bebês choram compulsivamente e não há nada que os faça acalmar. Não é fome, pois ele mamou quase agora e não aceita o peito, nem fralda suja, já que acabou de tomar banho. Mamãe, isso pode ser cólica, algo normal e esperado.
As cólicas são comuns em bebês desde o nascimento, principalmente depois dos 15 dias, seguindo até os três meses de vida, normalmente ocorrem no mesmo horário. Raramente acontece em bebês com mais de seis meses de idade.
É uma sensação nova para o bebê e dói muito. O choro de cólica é estridente. Observe as seguintes características: o bebê fica inquieto, com rosto vermelho, fazendo caretas, se contorce e encolhe as perninhas até a barriguinha.
A cólica acontece por imaturidade do sistema digestivo do bebê. Essa imaturidade faz com que as paredes intestinais se contraiam e relaxem sem controle e isso pode resultar em gases e levar à cólica.
Causas - Outro motivo seria que agora o intestino está recebendo alimento e a digestão acelera seu funcionamento, provocando as cólicas. O movimento do intestino também precisa de um tempo para amadurecer e se coordenar.
O intestino do bebê é preparado para receber só o leite materno até os seis meses de vida. Esse leite pode acarretar em cólicas porque faz o intestino do bebê funcionar para digeri-lo.
Se o bebê receber outro tipo de alimentação nesse período, as cólicas podem ser piores, pois a digestão é mais difícil e requer maior trabalho do intestino. A fermentação do leite e de outros alimentos causa gases e é outro fator de cólicas.
A tensão ou o estresse do ambiente pode deixar o bebê tenso e agitado, acentuando a cólica. Pode verificar que as cólicas geralmente ocorrem ao fim do dia quando todos estão mais cansados. Se a mamãe fica nervosa, o bebê sente essa ansiedade e insegurança, por isso a mamãe tem que tentar ficar o mais tranqüila possível e passar segurança para o seu bebê com muito amor e carinho.
Recadinhos importantes - O bebê pode engolir ar quando amamenta ou se alimenta. Engolir ar aumenta as dores por gases. Uma dor por gases pode ser a pior dor que seu pequeno já sentiu, por isso o choro que não cessa por nada. É importante colocar o bebê bem inclinado para se alimentar, arrotar após as mamadas e colocá-lo para dormir de lado.
Além da posição para alimentação e colocar o bebê para arrotar, há outras maneiras de prevenir a cólica. Fazer compressas mornas na barriga do bebê como colocar uma fralda aquecida ou bolsa com água morna (verifique a temperatura para não causar queimaduras), fazer ginástica com as perninhas do bebê como se ele estivesse "pedalando" e massagear a barriga do bebê com as mãos aquecidas com movimentos circulares durante 2 minutos, todos de 4 a 5 vezes por dia ajudam o bebê a não ter cólicas ou aliviar a dor na hora das crises.
Para evitar o estresse, procure manter o ambiente calmo e quieto enquanto alimenta o bebê ou nos horários mais freqüentes da cólica e descubra formas de confortá-lo, cada bebê se sente seguro e amado do seu jeito.
Não é cientificamente provado que a alimentação da mamãe pode dar cólica no bebê que amamenta. Mas há muitos relatos de mães sobre isso. Fique atenta se perceber que quando come algum tipo de alimento seu bebê tem cólica. Evite esse alimento pelo menos até os três meses de vida do seu bebê. Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados.
Na hora da crise o calor ajuda na liberação dos gases que provocam a cólica. Colocar o bebê barriga com barriga com você com as perninhas encolhidas, de barriga no seu antebraço, uma bolsa térmica com água morna na barriga do pequeno ou massagear a barriguinha ajudam na eliminação da dor.
Como os homens têm a temperatura do corpo um pouco mais elevada que as mulheres pode ser que as cólicas se resolvam mais rápido quando o bebê é colocado na barriga ou no antebraço do papai ou quando é o papai que faz as massagens.
Nada de chá - Não faça uso de chás para resolver o problema. O chá pode provocar ainda mais cólica já que o intestino do bebê ainda está imaturo. Ou o chá simplesmente por ter um efeito calmante faz seu bebê dormir, mas não resolve a cólica. Só use remédios com prescrição médica.

16 de novembro de 2008

Reconhecendo o chorinho...

              Acredito que um dos maiores desafios das novas mamães seja o de aprender a decifrar o que quer dizer cada choro do seu recém-nascido, e apesar daquelas pessoas que estão de fora não concordarem, eles são completamente diferentes, existe o choro que avisa que a fraldinha está suja, existe o choro de quando está com fome ou com soninho (esses dois são muito parecidos, embora não sejam iguais...), existe o choro de dor, e aquele que é apenas uma manhazinha, um pedido de colo e de carinho.

              Acho que esse é um dos momentos em que mais temos certeza do quão dependentes de nós eles são, pois contam exclusivamente com nossa intuição, um pouco, muito pouco de nosso conhecimento e muita, mas muita percepção para que possam ter o seu desejo/necessidade atendidos, mas com poucos dias de convivência já conseguimos decifrar todos esses enigmas e como excelentes guardiãs que somos, atendemos mais que prontamente!!! Coisas de mãe...

Sentando sozinha

                 De todas as descobertas e conquistas do nosso bebê, indiscutivelmente existem três que são os pilares da nossa vida: falar, sentar e andar. Algumas pessoas poderiam excluir o "sentar" desse tripé, mas eu o considero essencial porque além de sabermos que nosso bebê está se desenvolvendo perfeitamente, é como se de repente, aquela coisinha tão frágil, indefesa, desprotegida, e que só ficava deitada ou em pé em nosso colo, já consegue se sentar sem nossa ajuda, é como se com isso ela ficasse ainda mais "igual" a nós, é como se o novo mebro da família começasse a "aparecer" e demarcar seu território, além de ampliar seu ângulo de visão, pois sabemos que a partir do momento em que o bebê consegue se sentar sozinho ele passa a ver o mundo de outra forma, até a nossa interação com nosso filho melhora a partir desse momento, foi incrível ver Julinha sentadinha sem minha ajuda, e como ela sempre foi uma bebê muito esperta, bastou aprender a sentar pra começarem os ensaios para engatinhar, esta foi mais uma das deliciosas conquistas da minha princesinha!!!

29 de outubro de 2008

A descoberta dos pezinhos

                  Como já havia falado, nós mamães de primeira viagem, ansiamos cada nova descoberta do nosso bebê de uma forma um tanto quanto exagerada, mas acredito que inevitável, pois todas as mamães que conheço são parecidíssimas nesse ponto, e de uma certa forma, nosso pediatra influencia, e muito, o despertar dessa ansiedade, pois a cada mês que voltamos na consulta (até 01 ano de idade o bebê deve ir ao pediatra uma vez ao mês), ela nos orienta/informa o que vai acontecer de novidade com o bebê, e na consulta de três meses a nossa médica nos disse que no mês seguinte ela iria descobrir os pezinhos, então ficamos naquela expectativa... esperando que ela percebesse a existência dos seus singelos pezinhos, o que para muitas pessoas parece uma grande bobagem (digo isso porque antes de ser mãe eu achava tudo isso uma imensa bobagem...rsrs), para nós mamães e papais são momentos inesquecíveis...
                 Pois bem, passamos o mês inteiro esperando ela se encantar com seus pés, e muito depois de completar 4 meses, com quase 5 meses, que finalmente tivemos o prazer de assistir a linda cena de nossa pequena super encantada com os seus pés, ela praticamente vibrava com eles, foi realmente inesquecível. Portanto, não temos outra opção a não ser esperarmos que o nosso bebê se desenvolva no seu tempo, e, principalmente, devemos aproveitar cada segundo de todas as descobertas, afinal de contas o tempo passa e elas ficam apenas em nossa lembrança...graças a Deus que hoje, com o desenvolvimento tecnológico, eu tenho a dádiva de poder relembrar, e relembrar é reviver, os momentos que mais encheram minha vida de prazer!!!

21 de outubro de 2008

A 1ª papinha

                 Quando nos tornamos mãe parece que o mundo inteiro ficar cor de rosa, e coisas rotineiras e antes sem importância, passam a representar momentos de intensa felicidade, como por exemplo, a hora da refeição.
                 Não foi diferente no dia da 1ª papinha de Jú, que em regra, são introduzidas na dieta dos bebês a partir do 6º mês de vida, mas, como Julinha sempre fez uso de leite artificial, ela iniciou sua alimentação com papinhas de frutas em seu 3º mês de vida, e as papinhas salgadas a partir do 4º mês.
                 Era muito engraçada a carinha que ela fazia enquanto provava a papinha, no início fez várias caretas, mas no fim aprovou e comeu tudinho, me lembro hoje com tantos detalhes de uma coisa aparentemente tão boba, que sou capaz de descrever minuciosamente a cena, é impressionante o quão seletiva é nossa memória, seria incapaz de descrever meu dia há uma semana atrás...coisas de mãe!!!


                  Alguns dias depois, precisei sair e deixei tio Dinho responsável por cumprir esta tarefa, que literalmente é muito mais simples do que as pessoas costumam descrever, e vejam o estado em que ela ficou, a foto entrou para história, razão pela qual não poderia deixar de publicá-la aqui... o pior de tudo, é que tenho certeza de que eles se divertiram...olha a cara da figurinha...


                 Mais um dos momentos inesquecíveis....pelo menos pra mim!!! rsrsrs

19 de outubro de 2008

Besourinho

                  Não tem jeito, comemoramos a cada nova conquista, e mais que isso, esperamos com muita ansiedade que as novidades surjam justamente para que possamos comemorá-las, e quando elas não acontecem no mesmo tempo em que aconteceu com o bebê da amiga, ficamos excessivamente preocupadas tentando entender porque não aconteceu com nossos filhos ainda, sim porque é muito mais fácil imaginarmos que há algum problema com nossos filhos, do que simplesmente entendermos que por serem indivíduos, tem um tempo específico para desenvolver cada nova habilidade.
                Aos 4 meses de idade Julinha finalmente aprendeu a fazer besourinho, e só assim eu relaxei, ficava aflita porque ela não conseguia fazer o movimento, e como sempre tirava todas as minhas dúvidas na internet (o que não aconselho por haverem muitas informações contraditórias e até inverídicas), quando deveria fazê-lo com um profissional, lia coisas que me assustava, por exemplo, se seu filho não fizer esse movimento deve procurar um neurologista, etc... coisas de mãe de primeira viagem, mas, sem dúvida alguma valeu a experiência!

12 de outubro de 2008

O Batizado

                  Nós começamos a discutir a escolha dos padrinhos antes mesmo de Julinha nascer, e a princípio nós tínhamos uma idéia diferente a respeito de quem deveria batizar nossa filhinha, nós imaginávamos que essa seria uma grande oportunidade de homenagearmos amigos que nos fossem muito queridos e os quais gostaríamos que fizessem parte de nossa família, já que nossos irmãos (os convencionais padrinhos, e muitas vezes padrinhos exclusivamente por mera convenção mesmo...) amariam nossa filha da mesma forma, e, em contrapartida, aumentaríamos a nossa família por opção...
                 Pois bem, assim o fizemos, escolhemos duas pessoas que considerávamos importantes em nossas vidas (Karol e Vinicius), e os convidamos para batizarem nossa filha, acreditando que eles se esforçariam para corresponder às nossas expectativas no sentido de cobri-la de amor, carinho e atenção, assim como "os tios" fariam acaso fossem os padrinhos.
                 Por ironia do destino, tanto o padrinho quanto a madrinha de Julinha, passaram a morar em cidades distintas da nossa, dificultando ainda mais a relação entre eles, tenho certeza de que eles fazem o possível (dentro de suas limitações) para tentar suprir suas ausências, mas, espero de coração, que futuramente eles consigam estabelecer uma relação mais que saudável com ela, uma relação de muito amor e carinho para que possamos nos sentir realizados enquanto pais que sonharam com esse vínculo, e principalmente para que ela entenda a razão de nossa escolha e se sinta feliz por ela!!!

                  E como Madrinha de consagração, escolhemos Samara, esposa do Dindo (para ajudar esse Dindo meio desajeitado e esquecido a cuidar melhor da nossa pequena...rsrs)

16 de agosto de 2008

Quando minha bebê vai dormir a noite toda?

            Esse é um assunto bem controvertido, quando se fala sobre ele com alguém se escuta de tudo, mas coloquei esse post aqui com o objetivo de compartilhar com vocês minha pouca experiência e dá algumas dicas que acredito que possam funcionar, pois comigo deram certo, lembrando, é claro, que nem sempre uma técnica que funcionou com minha filha funcionará com outras crianças, por ser cada criança diferente da outra, muitas vezes elas precisam de técnicas diferenciadas e adequadas à sua rotina...

             Bom, o último dia em que minha filha acordou de madrugada foi no dia em que ela completou um mês de vida, isso mesmo, desde que ela tinha 1 mês e 1 dia ela passou a dormir a noite toda, isso definitivamente nunca foi um problema para mim, acredito que algumas técnicas funcionaram, mas sem dúvida alguma esse mérito é quase todo dela, afinal de contas não há técnica que funcione com bebês muito pequenos.
             Pois bem, seguem as dicas que mencionei anteriormente, e que acredito sinceramente que ajudam e muito na desaceleração noturna...
  • Assim que anoitecer, inicie o processo de desaceleração do bebê, isso inclui: não assistir tv (pois deixa as crianças muito agitadas), ouvir músicas relaxantes (mesmo que nós sejamos as cantoras)

  • Tomar um banho, vestir uma camisolinha, jantar, escovar os dentes e ir pra cama independente de estar com sono ou não, pois a rotina é fundamental (a rotina é tão importante que assim que saía do banho e via a roupinha que ia vestir, minha filha perguntava: "juinha vai nanar?" 

  • Deitar na caminha dela, com pouquíssima luz e ouvir historinhas (que precisa ser acordado antes com a criança quantas histórias serão, pro caso dela querer que você passe a noite toda contando historinha, isso obviamente para crianças maiores...)até que adormeça

  • Sem dúvida alguma, dormir cedo é um hábito que deve ser inserido na rotina da criança. No ínício pode ser difícil, mas depois com certeza, ela já sentirá sono sempre no mesmo horário, o que facilitará muito o processo...
          Boa sorte!!!

17 de julho de 2008

Interação Mamãe x bebê

                 Quando nosso bebê nasce, concomitantemente nasce junto com ele uma grande ansiedade em nós pais, queremos vê-los sentar, andar, falar, comer, enfim, é como se não fôssemos conseguir esperar o tempo de cada coisa chegar, e se quiséssemos que já na saída da maternidade as novidades aparecessem, eu particularmente, era demasiadamente ansiosa pelo começo da interação entre mim e Julinha, queria que ela entedesse tudo o que eu falava (e olha que conversava todos os dias com ela desde a gravidez...), e que demonstrasse de alguma forma que estava me escutando, ainda que não estivesse me entendendo, e várias pessoas, inclusive pessoas que já eram mãe, me dizia que isso só aconteceria por volta dos 2 meses, que só a partir dessa fase ela daria sinais de que estava conversando comigo, mas 60 dias para uma mãe que passa 24h grudada na filha é muuuuito, contudo, minha filha começou a me surpreender desde muito cedo, e, no dia seguinte ao seu 1º mensário, ou seja, quando ela estava com 1 mês e 1 dia, eis que ela realiza mais um dos meus anseios...foi incrível, mas tive absoluta certeza de que ela não só me ouvia como me compreendia também, ela respondia a todos os meus estímulos e me deu todas as provas que eu precisava para ter certeza de que aquela foi a nossa 1ª conversa...

                 Portanto, mais uma vez, acredito que devemos quebrar todas as convenções, e quanto mais o tempo passa, mais tenho certeza do quão individual e único é o ser humano, de modo que JAMAIS, por mais parecido que possa ser, uma criança é ou será igual à outra, cada uma tem sua particularidade, cada uma é especial por uma razão diferente, e estou convencida de que minha filha sempre interagia comigo, mesmo antes que eu pudesse perceber...

Julinha com 1 mês e 1 dia de vida:

23 de junho de 2008

1º nascer do sol...

             A partir do nascimento de um filho, invariavelmente nos tornamos outra pessoa, precisamos nos adequar à nova rotina que a chegada de um bebê impõe, e por mais sacrificante que ela possa ser, sem dúvida alguma é infinitamente prazerosa...
              Uma das coisas que mais me faz sentir prazer é dormir, sempre adorei dormir, sexta-feira sempre foi o dia mais lindo da semana porque sabia que no dia seguinte não teria hora para acordar, por isso o sono era até mais gostoso, até que....nasce julinha...e em sua primeira noite em nossa casa eis que a princesa acorda às 5 da manhã, e eu, que até então acordaria muito mal humorada se tivesse que acordar a essa hora em outra circunstância, dou um salto da cama, corro em sua direção e abro o maior e mais bobo sorriso que eu poderia ter, nem acreditei que um dia pudesse ser tão feliz por ser acordada tão cedo, mas vale a pena, afinal de contas acordar cedo tem suas vantagens...podemos aproveitar melhor o dia, e este se torna bem mais comprido....rsrs, e podemos assistir a um dos mais belos espetáculos da natureza: o nascer do sol!!! Nunca tinha tido o prazer de perceber o quanto é lindo esse momento, parece que nossas energias são renovadas quando assistimos o sol nascendo, e graças à minha pequenina, esse acontecimento natural até então desconhecido passou a fazer parte da nossa rotina, e incrivelmente sempre nos enchia de prazer...mais uma das delícias da maternidade...

18 de junho de 2008

1º dia em casa

               Graças a Deus correu tudo bem conosco na maternidade e recebemos alta em 48h, como acontece normalmente, e fomos pra casa...estava ansiosa pra chegarmos em casa logo, por melhor que seja o hospital não existe lugar melhor do que nossa casa...
               E nesse momento meu marido foi mais do que importante pra nós duas, pois apesar de está me sentindo bem, a prescrição médica é de que nós tenhamos repouso ao menos na primeira semana, afinal de contas uma cesareana é simples, mas é um procedimento cirúrgico, o corte é muito profundo, enfim, não há quem não precise de muita ajuda nesse momento, e infelizmente minha mãe não pôde está a meu lado, então éramos eu e Mô para cuidar da nossa bebezinha, meus sogros também deram uma mãozinha, mas fizemos questão de cuidar de nossa filha sozinhos, achávamos muito importante passarmos por essa experiência.
               Enquanto eu estava morrendo de medo de dar banho (recém - nascido é mole e escorregadio igualzinho a um quiabo...rsrs), a sensação que eu tinha era a de que ela escorregaria na banheira, enfim, só consegui dar o primeiro banho em Julinha quando ela estava com 9 dias de vida, acreditem, se puderem!!!!
               Como eu não conseguia dar banho, sobrou pro super pai, aliás, ele sempre foi um pai exemplar...ainda na maternidade fez questão de fazer a 1ª troca de fraldas, de dar o 1º banho, deu quase todas as mamadeiras, enfim, um verdadeiro herói...rsrs, e da mesma forma ele fez em casa, dava todos os banhos nela e me ajudava em todas as tarefas, ajudou muito mais do que eu poderia imaginar, me lembro que ele ficava super preocupado comigo, queria que eu estivesse 100% quando ele voltasse ao trabalho (ele teve uma licença de 10 dias), pra ter certeza de que nós ficaríamos bem, então eu dava a mamadeira dela por volta das 22h e ia dormir, e de madrugada (desde que chegou da maternidade ela só acordava 1 vez na madrugada, trocávamos a fralda, ela tomava o leitinho e dormia de novo, e só voltava a acordar às 5 da manhã, um verdadeiro anjinho!) o papai levantava, cuidava dela e a colocava para dormir de novo, então dava pra eu descansar bastante, e consequentemente podia aproveitar cada segundinho com ela durante o dia!!!


16 de junho de 2008

O dia mais feliz da minha vida!!!

               Minha bonequinha nasceu no dia 16 de junho de 2008, às 08:30h, no Hospital Aliança, foi indiscutivelmente o dia mais feliz de minha vida...nunca senti uma emoção tão forte antes, tê-la em meus braços depois de tanta espera...parecia um milagre...foi um momento mágico e inesquecível...

                Me lembro que foi tudo muuuuito rápido, entrei na sala de parto às 08:00h (de verdade, nunca imaginei que fosse tão rápido...achei que levaria algumas horas...), daí veio o anestesista, que também foi super rápido e logo eu já estava sedada, passei todo o tempo acordada e assisti a tudo, mas a gente fica meio molezinha... mas logo veio minha obstetra (Cláudia Margareth Smith, que eu recomendo por sua competência e atenção), no mesmo instante em que ela se aproximou de mim disse: "vamos começar...", não sei precisar quantos minutos se passaram, mas tive a sensação de não  ter passado nem 2 minutos e ouvi o choro estridente de Julinha...ela chorava muito enquanto faziam os procedimentos nela, até que a trouxeram para mim, e no mesmo instante em que encostaram a bochechinha dela em meu rosto, ela parou de chorar e ficou tão quietinha...naquele momento tudo o que eu queria era poder abraçá-la, beijá-la, mas detestei saber que estava amarrada e que não podia mexer meus braços...ainda assim foi maravilhoso nosso encontro, apesar do misto de surpresa com alegria e medo, pois não deixa de ser estranho o fato de que entram apenas dois na maternidade (você e seu marido) e saem três, é uma sensação deliciosa mas... que nos deixa muito confusos no primeiro momento, mas é incrível...acho que ninguém deveria morrer antes de viver essa experiência, pois sem dúvida nos amadurece muito, nos tornamos uma nova pessoa depois de vivermos a maternidade!!!

              Quanto à maternidade, visitei as duas mais renomadas de Salvador antes de marcar meu parto, e como não tive uma boa impressão do Hospital Santo Amaro, e fiquei totalmente encantada com o aliança (desde sua estrutura física até a equipe de enfermeiros), ignorei completamente as críticas que ouvi a seu respeito...lembram do livre-arbítrio que falei anteriormente? pois bem, sei exatamente a hora em que devo usar o meu...além do que, Dra Cláudia me fez ótimas recomendações do Aliança, como aprendi a confiar muito nela não tive mais dúvidas...e também recomendo...nem me sentia em um hospital, tive a sensação de ter tido minha filha em um hotel, até a comida que servem lá não tem absolutamente nada a ver com comida de hospital...enfim, fica a dica para quem possa aproveitá-la!!! 

24 de maio de 2008

Contagem regressiva...

              Estava tudo pronto para a chegada de minha princesinha... a reforma havia acabado, todo o enxoval já havia sido comprado, eu já havia lavado e passado todas as roupinhas (é claro que tive ajuda nesse momento por absoluta impossibilidade...rsrs, mas fiz tudo o que consegui fazer), e era hora de arrumar o quartinho para recebê-la, de arrumar a malinha que levaria à maternidade etc. 

             O que eu poderia ter feito em um dia acho que levei uns três dias para terminar, curtir cada segundo dessa fase que foi maravilhosa, estava muito ansiosa, ou melhor, estava ainda mais do que já sou naturalmente... nos dias que antecederam o meu parto eu mal conseguia dormir, aliás, eu já não dormia bem desde que entrei no último mês de gestação, pois além dela ser muito comprida, o que fazia com que eu sentisse muita falta de ar, então já não dava para deitar, ainda estava com uma barriga descomunal, imensa...enfim, durante praticamente todo o último mês da minha gravidez eu dormia cheia de almofadas nas costas, praticamente sentada...ossos do ofício!!!!

              Depois de passar dias, horas, minutos e segundos de ansiedade...chegou o tão sonhado momento, era o momento de nos conhecermos pessoalmente, depois de 9 meses de horas de conversas e trocas de carinho, enfim iríamos nos conhecer!!!

20 de março de 2008

A escolha do parto

              Eu tenho uma visão muito particular a respeito desse assunto, pois a grande maioria das pessoas defende com unhas e dentes o parto normal, enquanto eu defendo ferrenhamente o parto cesáreo. Respeito e admiro muito quem escolhe ter filho de forma natural, acho muito bonito, muito louvável, mas sinceramente, em pleno século XXI, com todo o avanço tecnológico, eu vou ficar gritando horas a fio, colocando mais força do que eu suportaria, enquanto eu posso agendar a data do meu parto e ter meu bebê com toda calma e tranquilidade, sem sentir nenhuma dor???
             Bom, eu sou totalmente medrosa e detesto sentir dor, então vou sempre optar pelo método sem dores... e essa história de que a anestesia (seja a raquiana, seja a peridural) dói eternamente é pura lenda...eu senti um pouco de dor sim durante a anestesia, mas foi tão rápido que nem deu para ficar tão incomodada, aliás, eu me incomodei muito mais com a posição que ficamos durante a anestesia do que propriamente com ela, e depois que minha filha foi retirada eu não senti dor nem mais uma vez (até porque tomamos medicações fortíssimas para não senti-la), senti um pouco de ardor no local dos pontos por alguns dias, não me lembro mais exatamente quantos, mas acredito que em menos de uma semana eu já não sentia absolutamente nada e estava cuidando sozinha (com a ajuda de Mô nos perídos em que ele estava em casa) de Julinha, e fazia absolutamente tudo, porque levei quase 2 meses para consegui contratar uma babá...
            Temos uma coisa chamada livre-arbítrio e devemos usá-lo com mais frequência...somos totalmente livres para fazermos o que entendemos ser melhor para nós (ainda que essa nem sempre seja efetivamente a melhor opção), mas o que importa é que não nos sintamos agredidas, afinal de contas, mil pessoas vão querer opinar nesse momento, mas na hora H será você SOZINHA, e sem a ajuda de ninguém, que será submetida ao procedimento, por isso vale a pena refletir muito antes de tomar essa decisão!!!

23 de fevereiro de 2008

Ih, tá mexendo...

            Durante toda a minha gravidez eu vivi momentos inesquecíveis e que me encheram de felicidade...mas nem a notícia que confirmou minha gravidez, conseguiu provocar em mim uma sensação tão maravilhosa quanto a que eu senti quando Júlia mexeu pela primeira vez...é muito mágico você saber que é tão especial a ponto de gerar um ser humano dentro de você, e perceber que aquele serzinho tão minusclinho tem vida a partir dos movimentos dele, meu Deus, é muito lindo!!!
            Quem já é mamãe sabe exatamente do que eu estou falando e sabe que não há nenhum exagero em minhas palavras, e quem ainda não é, vai me entender no dia em que estiver vivendo essa sensação...
             A única coisa que me deixava triste quando ela mexia era não puder permitir que Mô sentisse o que eu estava sentindo, porque ele ficava me olhando com uma carinha de curiosidade e me enchendo de perguntas, e enquanto eu tentava explicar percebia o quanto seria especial se ele pudesse sentir como era gostoso, é uma pena que os homens nunca poderão experimentar o que é gerar um filho...e óbvio que estou falando isso em sentido figurado, não estou querendo dizer com isso que os homens deveriam poder engravidar, mas sinto de verdade, que eles não possam sentir o prazer e a felicidade que uma gravidez nos proporciona!!!

20 de fevereiro de 2008

O enxoval

              Essa é uma das partes mas difíceis e mais prazerosas também, é uma delícia entrar em loja de bebê, a começar pelo cheirinho que é delicioso...até a variedade de coisas, você fica louca com tantas coisas lindas, da vontade de levar a loja inteira pra casa...
              Eu só comecei a montar o enxoval de Julinha quando estava com 5 meses de gravidez, primeiro porque passamos por uma pequena reforma em casa no quartinho dela e depois porque passei todo o período em que estava enjoando sem condições de sair para comprar nada, além disso, eu e Mô fizemos questão de fazer vários orçamentos, afinal de contas você é quem escolhe o quanto quer gastar com enxoval, pois você pode ter tudo sem gastar muito ou pode gastar muito antes mesmo de ter comprado quase nada, então essa parte varia de acordo com o que você quer e pode ter, e é muito relativo, porque nem sempre o que é importante para uma pessoa será da mesma forma para outra, enfim, é momento de curtir e fazer tudo com muita calma, aproveitando cada segundo.

               Quanto à escolha da decoração, deve sempre escolher coisas que lhe agradem, sem dar muita bola para opinião dos outros, ou mesmo sem se importar muito com o que te dizem que pode ou que não pode, eu por exemplo, vi um kit berço branco com detalhes vermelhos, e ouvi todas as críticas do mundo por essa escolha (sem contar as pessoas que olhavam e torciam o nariz sem fazer comentários...), no inicío fiquei preocupada pelo tom ser um pouco forte, apesar de apenas os detalhes serem vermelhos, não deixava de ser forte, e ao invés de dar ouvidos às pessoas sem importância, fui ler a respeito do assunto e vários especialistas falam que cores fortes, se utilizadas em pequena quantidade, como apenas nos detalhes, são positivas pois estimulam o bebê, o que não pode é você usar todo o enxoval, ou mesmo todo o kit berço em uma cor forte, pois isso pode deixar a criança irritada, mas se for usada de forma branda pode...o que importa é que você esteja feliz e se sinta realizada com suas esolhas...

16 de janeiro de 2008

O sexo do bebê

              Muito antes de engravidar, já havia escolhido o sexo do meu bebê, queria muito ter uma menina, ela já tinha nome e eu já sonhava com o jeitinho dela...pedi com tanta força a Deus para ter uma filha que ele decidiu atender minhas orações, aliás, preciso ser justa, sou muito abençoada por Deus, mesmo com dificuldades, no final sempre consigo alcançar todos os meus objetivos...e com minha gravidez não foi diferente, Deus atendeu a TODOS  os meus desejos, desde ter me dado uma filha, que é a maior de todas as bençãos que já tive em minha vida, sua personalidade tão parecida com a minha (o que no fundo é motivo de orgulho), até as covinhas no rostinho que sempre amei...até isso ela tem.

              Tudo bem que Deus poderia ter ponderado um pouco e não ter sido tão atencioso na realização dos meus desejos, mas, eu pedi agora preciso aguentar...rsrs, deixa eu explicar, falo isso porque sempre admirei as crianças mais traquinas, nunca fui muito afeita àquelas crianças muito quietinhas, muito pacatas, para mim criança quieta é criança doente, sempre me encantei com as mais gaiatas, as mais ousadas, enfim, foi exatamente isso que pedi a Deus, queria ter uma filha, que parecesse comigo em todos os sentidos, desde fisicamente até minha personalidade, só queria que fosse morena (como o pai, pois acho lindoooo), mas nisso Deus fez diferente, mandou tão branquela quanto eu, mas fora esse quesito, me atendeu em todos os demais pedidos, mas futuramente falarei melhor sobre ela, voltando...

              Quando estava com 4 meses de gravidez, enfim chegou o dia de tentar ver o sexo do bebê...e fui ao médico ainda mais ansiosa do que de costume...quando cheguei la, a única coisa que disse foi: "doutora pelo amor de Deus, só me diga o sexo se tiver certeza absoluta dele, pois acho que eu morreria se me dissesse que era uma menina e depois soubesse que estava enganada..." , a médica riu e passou alguns longos minutos até dizer: " pode comemorar mamãe, pois sua menininha está aqui, e tenho certeza disso...", eu nem preciso dizer que enlouqueci né? era tanta felicidade que parecia que eu ia explodir, comemoramos muito, Mô dizia não se importar com o sexo, mas no fundo sinto que ele também queria ter uma menina, mas ele sempre dizia que rezava pra ser uma menina pra eu não querer ter mais 10 filhos, porque eu dizia que só pararia de ter filhos quando fosse mãe de uma menina, graças a Deus que ela veio logo!!! Saí do consultório e liguei logo pra minha mãe (que estava esperando minha ligação), em seguida falei com Théo (vibramos muito juntos), e quando estava saindo do consultório recebi uma mensagem de Rol que já estava ansiosa pra saber o resultado...

             Sei que não deveria ter criado tanta expectativa quanto ao sexo do bebê, pois poderia ter sido um menino, mas era mais forte do que, eu não conseguia controlar...Karol sempre me repreendia quando eu me referia a Julinha, ela dizia: "amiga não fale assim, pois pode ser um menino e ele pode se sentir rejeitado ouvindo isso..." rsrs, não que eu não fosse amá-lo que isso seria impossível, mas sou totalmente realizada por ter vindo minha Julinha...