Antes de ser mãe, eu gritava aos quatro cantos que minha filha JAMAIS usaria chupeta, e pretendia seguir com essa linha de pensamento quando a tivesse, porém, quando estava fazendo as compras do seu enxoval, uma amiga (Samara) muito da ousada...rsrs, me obrigou a comprá-la dizendo que seria apenas para uma eventual emergência, como não tive muita opção acabei por comprar a bendita...
Pois bem, na maternidade Julinha não a usou, pois eu ainda continuava decidida de que ela não usaria, contudo, ao chegarmos em casa...logo na primeira noite, ela teve sua primeira grande crise de choro (isso é absolutamente normal, e não tem nada a ver com cólicas ou coisas parecidas, ocorre simplesmente porque dentro do útero materno é tudo muito escuro e muito quentinho, e isso dá ao bebê uma sensação de segurança que ele perde completamente ao se deparar com muita luz, muitas pessoas, muito barulho, enfim, é um mundo muito desconhecido pra ele, e cabe à nós, papais e mamães transmiti-los essa segurança e tranquilidade tão esperadas...), e eu totalmente inexperiente entrei em pânico, já tinha feito tudo o que me orientaram na maternidade, e posto em prática todos os conselhos que havia recebido (e olha que não foram poucos, porque nesta hora sobra opiniões de especialistas a seu lado), e nada funcionava, ela chorava incesantemente, quando de repente...eu me lembrei da chupeta, e como num passe de mágicas ela se acalmou e dormiu, desde então a chupeta antes tão odiada, passou a ser minha grande companheira...
Um dos maiores prazer do recém-nascido é o da sucção, daí a razão deles passarem praticamente o dia inteiro mamando, o que faz com que muitos engorde acima do normal, pois as mães (que não se rendem a chupeta), acreditam sinceramente que seus filhos estão com fome e eles acabam se alimentando mais do que deveriam, em razão disso mais um ponto para o uso da chupeta, pois, além dos bebês ficarem mais calminhos não vão buscar o alimento sem que realmente estejam com fome. Vale ressaltar, que cada mãe sempre saberá o que é melhor para seu filho, ainda que não acredite sinceramente nisso...(acho que já disse ou escrevi essa frase antes...rsrs)









