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18 de maio de 2009

Mensários

           A opção entre comemorar ou não o mensário do bebê depende de cada um, algumas pessoas acham bobagem, desnecessário, enquanto outras consideram imprencindível, eu me encaixo no segundo grupo...
           Em nossa casa fazíamos de cada mensário uma festa, e esta começava logo cedo...assim que Julinha acordava eu e o papai cantávamos parabéns pra ela, agradecíamos a Deus por sua vida e sua saúde (fizemos isso todos os 11 meses...) e depois partíamos para o lado da ludicidade, ela adorava, sempre entrou literalmente no clima e demonstrava curtir muito, isso é claro a partir do mês em que ela começou a interagir conosco, sempre tratamos o dia como se fosse o dia do aniversário mesmo.
            Ademais, era uma ótima oportunidade para reunirmos alguns amigos, os que eram figuras certas na festinha eram: vovô Paulo e vovó D'ajuda, tia Paula, tia Roberta, os Dindos e seus respectivos, tia Cíntia, tio Sam, tia Lora e tio Nilo, esses foram em quase todos, salvo raríssimas exceções, e eventualmente, tínhamos o prazer de contarmos com as ilustres presenças dos tios Dinho e Théo, bem como a inenarrável presença de tia Liu (essa era a campeã na esporadicidade...rsrs), às quais agradecemos por abrilhantar ainda mais todas as nossas celebrações.
            Por isso acho que vale muito a pena essas comemorações e sem dúvida alguma, repetiremos a dose quando da chegada do nosso próximo filho(a) daqui há alguns aninhos...


17 de maio de 2009

Hora de deixar a mamadeira

             Quando Jú completou 11 meses, decidi que era hora de deixar a mamadeira, mas,  nesse momento passamos por alguns conflitos, pois temos uma certa resistência em aceitar que nossos filhos, até então tão pequeninos e dependentes, estão crescendo...e no fundo sabemos que junto com todo esse desenvolvimento virá uma certa dose de independência.
 
              É muito difícil de aceitarmos e principalmente de entendermos que, muitas vezes, somos nós, por medo ou até mesmo por inexperiência, quem "impedimos e bloqueamos" o desenvolvimento de nossos filhos.
 
              Quantas de nós, nunca disse a si mesma: "não cresce não, fica assim sempre pequena..."? No fundo...lá no fundinho...desejamos que nossos filhos sempre dependam de nós...eu sempre me pego com medo de como será quando minha filha não me quiser tão perto...quando apenas minha carona bastar...dá uma angústia tão grande!!! Mas o que não podemos esquecer, em nenhuma hipótese, é que o nosso dever, enquanto pais e mães é educar e orientar nossos filhos para que eles possam andar com suas próprias pernas, sendo fortes o suficiente para enfrentar o mundo, afinal de contas não podemos colocá-los em uma redoma de vidro para que eles estejam sempre sob nossas vistas e nossos cuidados...

              Então, apesar de ter dado um pouco de trabalho no início, pois ela passou um período rejeitando o mingau em função da troca da mamadeira pelo copo, como em todas as fases de mudança, precisamos ser firmes, e termos muita, muita paciência, e acredito que o mais importante de tudo é termos a consciência de que, ainda que a criança passe um ou dois dias sem aceitar o mingau, ela não estará doente, principalmente porque nessa idade já está se alimentando de outras coisas, ou seja, não podemos ceder, porque uma vez que você cede, e oferece o mingau na mamadeira, ela descobrirá a chave do sucesso: basta não aceitar o mingau por um tempo que a mamadeira voltará e ela ficará feliz!!!
             Dicas: É importante que depois da mamadeira, a criança passe pelo copo, conhecido como copo de transição, aquele que tem um biquinho, pois desta forma a adaptação será ainda mais fácil.

             Não podemos esquecer que a mamadeira acumula muitas bactérias, e esse é mais um grande motivo para que nos livremos dela o quanto antes...

16 de maio de 2009

Os primeiros passos

             Aos 11 meses, depois de muita expectativa, eis que minha garotinha dá os seus primeiros passos...muito inseguros, como são esperados, cheios de medo, de ansiedade, e uma felicidade escancarada.
              Foi um momento muito marcante, e inesquecível!!!

              O que me deixou mais feliz foi o fato desse momento tão esperado ter acontecido enquanto estávamos em casa brincando, pois eu e meu marido tínhamos acabado de chegar do trabalho, e estávamos os três brincando no chão. Ela já conseguia ficar de pé, e como já havia dito, também já estava engatinhando, andava segurando em nossas mãos, e se apoiando em tudo o que ela encontrava disponível em seu caminho, até que neste belo dia, ela cria coragem de ir atrás de um brinquedinho que estava na mão do papai, solta as minhas mãos e vai...

                  A sensação de ver um filho, seu filho, dar os primeiros passos é simplesmente indescritível, é uma emoção que não se explica, apenas se sente, mas posso assegurar de que essa é uma das maiores emoções que um pai e uma mãe podem viver!!!
                  Dica: Eu sou completamente contra o uso de andador, é comprovado que o seu uso traz diversos problemas na musculatura e nos ossos do bebê, que muitas vezes só se manifestam na vida adulta, porém, se podemos evitá-los, porque não fazê-lo?
                 Eu nunca usei andador, e jamais sentir sua falta, o acho totalmente dispensável, no entanto, Julinha sentou, engatinhou e andou em um tempo relativamente curto.

                  É evidente que existe um tempo médio para que os bebês passem por cada uma dessas etapas, contudo, alguns vivem essas experiências antes e outros depois desse prazo, o que não deixa de ser normal, é claro!

                 Mas, algumas atitudes podem ajudar a estimular o desenvolvimento do seu bebê, tais como: brincar no chão, deixá-lo solto, evitar passar muito tempo com o bebê no colo, ou na cama. Estando no chão e cercado de brinquedos ele se sente estimulado a alcancá-los o que faz com que aprenda a "se virar" e consequentemente a descobrir como chegar nos brinquedos mais rápido, e sem traumas!!! #ficaadica