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18 de dezembro de 2008

Bubú: usá-lo ou não?

               Antes de ser mãe, eu gritava aos quatro cantos que minha filha JAMAIS usaria chupeta, e pretendia seguir com essa linha de pensamento quando a tivesse, porém, quando estava fazendo as compras do seu enxoval, uma amiga (Samara) muito da ousada...rsrs, me obrigou a comprá-la dizendo que seria apenas para uma eventual emergência, como não tive muita opção acabei por comprar a bendita...

                Pois bem, na maternidade Julinha não a usou, pois eu ainda continuava decidida de que ela não usaria, contudo, ao chegarmos em casa...logo na primeira noite, ela teve sua primeira grande crise de choro (isso é absolutamente normal, e não tem nada a ver com cólicas ou coisas parecidas, ocorre simplesmente porque dentro do útero materno é tudo muito escuro e muito quentinho, e isso dá ao bebê uma sensação de segurança que ele perde completamente ao se deparar com muita luz, muitas pessoas, muito barulho, enfim, é um mundo muito desconhecido pra ele, e cabe à nós, papais e mamães transmiti-los essa segurança e tranquilidade tão esperadas...), e eu totalmente inexperiente entrei em pânico, já tinha feito tudo o que me orientaram na maternidade, e posto em prática todos os conselhos que havia recebido (e olha que não foram poucos, porque nesta hora sobra opiniões de especialistas a seu lado), e nada funcionava, ela chorava incesantemente, quando de repente...eu me lembrei da chupeta, e como num passe de mágicas ela se acalmou e dormiu, desde então a chupeta antes tão odiada, passou a ser minha grande companheira...

               Um dos maiores prazer do recém-nascido é o da sucção, daí a razão deles passarem praticamente o dia inteiro mamando, o que faz com que muitos engorde acima do normal, pois as mães (que não se rendem a chupeta), acreditam sinceramente que seus filhos estão com fome e eles acabam se alimentando mais do que deveriam, em razão disso mais um ponto para o uso da chupeta, pois, além dos bebês ficarem mais calminhos não vão buscar o alimento sem que realmente estejam com fome. Vale ressaltar, que cada mãe sempre saberá o que é melhor para seu filho, ainda que não acredite sinceramente nisso...(acho que já disse ou escrevi essa frase antes...rsrs)

17 de dezembro de 2008

A escolha do(a) pediatra

            Só depois que o nosso bebê nasce, é que nos damos conta do quão importante é termos um pediatra de confiança...
            Enquanto estivemos no Aliança, durante os dois primeiros dias de vida de minha filha,fomos acompanhados pela equipe médica de lá, que por sinal dispensa comentários, são maravilhosos, e de uma atenção ímpar, me lembro que ao chegarmos em casa, me vi com várias perguntas sem respostas, eu e meu marido, como todos os bons pais de primeira viagem, ficamos aflitos em meio a tantas dúvidas, e como ainda não havíamos visitado nenhum pediatra, não tive escolha, liguei pro hospital Aliança, contei a minha situação, eles prontamente me transferiram para uma gentil médica que tirou TODAS as minhas dúvidas, e ainda se colocou à disposição até que nós encontrássemos um pediatra, ou seja, fantásticos!!!
            Pois bem, visitei alguns pediatras, e em cada um encontrava algum defeito: ou achava que não era atencioso o bastante, ou o consultório era daqueles que super lotavam, ou o médico não se dispunha a fornecer os seus contatos, enfim, parecia que o médico que eu estava buscando só existia nos meus sonhos, até que, quando Julinha estava com 6 meses, através da indicação de um amigo, encontrei Dra CRISTIANE MOURA ACIOLY, ela reunia TODAS as qualidades que sempre busquei em uma pediatra, atendia em um consultório perto da minha casa, o consultório não ficava super lotado, ou seja, sempre éramos atendidos mais ou menos dentro do horário marcado, com atrasos suportáveis, e dra Cris, como a chamo carinhosamente, se tornou quase uma amiga, dona de uma atenção, de um cuidado, de um carinho em seu atendimento, que custava acreditar que ela era de fato médica, pois em geral os médicos são mais frios, mas ela é muito diferente, é do tipo que toma seu problema pra ela...já passei algumas situações complicadas com Júlia, e sinceramente, não sei o que seria de mim se a não a tivesse conhecido.
            Pense em um médico que faz da consulta dele, quase um bate papo entre amigos, que esclarece toda e qualquer dúvida que você tenha, que passa o tempo necessário para uma consulta mais que completa, que pega sua filha no colo, enche de beijo, de abraço, de cheiro, que atende suas ligações A QUALQUER DIA E HORA, que se eventualmente não consegue te atender RETORNA SUAS LIGAÇÕES ou RESPONDE SUAS MENSAGENS DE TEXTO, ou melhor que LIGA PARA SUA CASA, OU PARA O SEU CELULAR COBRANDO NOTÍCIAS DO SEU FILHO, e muitas vezes TE DANDO BRONCA POR VOCÊ NÃO TER DADO NOTÍCIA, ou seja, ela sofre junto com você, e o melhor de tudo...uma médica que sua filha AMA e vai para todas as consultas sorrindo, e quando é chamada no consultório e avista sua médica, corre ao encontro dela, reconhecendo nela alguém de sua confiança...pois é, essa é a mais fidedigna descrição da pediatra da minha filha, agora digam: é ou não é um sonho???


16 de dezembro de 2008

Como livrar meu filho da cólica?

Encontrei essa matéria no site http://www.guiadobebe.com.br/, e devido à sua importância decidir publicá-la aqui:

As mamães ficam desesperadas quando seus bebês choram compulsivamente e não há nada que os faça acalmar. Não é fome, pois ele mamou quase agora e não aceita o peito, nem fralda suja, já que acabou de tomar banho. Mamãe, isso pode ser cólica, algo normal e esperado.
As cólicas são comuns em bebês desde o nascimento, principalmente depois dos 15 dias, seguindo até os três meses de vida, normalmente ocorrem no mesmo horário. Raramente acontece em bebês com mais de seis meses de idade.
É uma sensação nova para o bebê e dói muito. O choro de cólica é estridente. Observe as seguintes características: o bebê fica inquieto, com rosto vermelho, fazendo caretas, se contorce e encolhe as perninhas até a barriguinha.
A cólica acontece por imaturidade do sistema digestivo do bebê. Essa imaturidade faz com que as paredes intestinais se contraiam e relaxem sem controle e isso pode resultar em gases e levar à cólica.
Causas - Outro motivo seria que agora o intestino está recebendo alimento e a digestão acelera seu funcionamento, provocando as cólicas. O movimento do intestino também precisa de um tempo para amadurecer e se coordenar.
O intestino do bebê é preparado para receber só o leite materno até os seis meses de vida. Esse leite pode acarretar em cólicas porque faz o intestino do bebê funcionar para digeri-lo.
Se o bebê receber outro tipo de alimentação nesse período, as cólicas podem ser piores, pois a digestão é mais difícil e requer maior trabalho do intestino. A fermentação do leite e de outros alimentos causa gases e é outro fator de cólicas.
A tensão ou o estresse do ambiente pode deixar o bebê tenso e agitado, acentuando a cólica. Pode verificar que as cólicas geralmente ocorrem ao fim do dia quando todos estão mais cansados. Se a mamãe fica nervosa, o bebê sente essa ansiedade e insegurança, por isso a mamãe tem que tentar ficar o mais tranqüila possível e passar segurança para o seu bebê com muito amor e carinho.
Recadinhos importantes - O bebê pode engolir ar quando amamenta ou se alimenta. Engolir ar aumenta as dores por gases. Uma dor por gases pode ser a pior dor que seu pequeno já sentiu, por isso o choro que não cessa por nada. É importante colocar o bebê bem inclinado para se alimentar, arrotar após as mamadas e colocá-lo para dormir de lado.
Além da posição para alimentação e colocar o bebê para arrotar, há outras maneiras de prevenir a cólica. Fazer compressas mornas na barriga do bebê como colocar uma fralda aquecida ou bolsa com água morna (verifique a temperatura para não causar queimaduras), fazer ginástica com as perninhas do bebê como se ele estivesse "pedalando" e massagear a barriga do bebê com as mãos aquecidas com movimentos circulares durante 2 minutos, todos de 4 a 5 vezes por dia ajudam o bebê a não ter cólicas ou aliviar a dor na hora das crises.
Para evitar o estresse, procure manter o ambiente calmo e quieto enquanto alimenta o bebê ou nos horários mais freqüentes da cólica e descubra formas de confortá-lo, cada bebê se sente seguro e amado do seu jeito.
Não é cientificamente provado que a alimentação da mamãe pode dar cólica no bebê que amamenta. Mas há muitos relatos de mães sobre isso. Fique atenta se perceber que quando come algum tipo de alimento seu bebê tem cólica. Evite esse alimento pelo menos até os três meses de vida do seu bebê. Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados.
Na hora da crise o calor ajuda na liberação dos gases que provocam a cólica. Colocar o bebê barriga com barriga com você com as perninhas encolhidas, de barriga no seu antebraço, uma bolsa térmica com água morna na barriga do pequeno ou massagear a barriguinha ajudam na eliminação da dor.
Como os homens têm a temperatura do corpo um pouco mais elevada que as mulheres pode ser que as cólicas se resolvam mais rápido quando o bebê é colocado na barriga ou no antebraço do papai ou quando é o papai que faz as massagens.
Nada de chá - Não faça uso de chás para resolver o problema. O chá pode provocar ainda mais cólica já que o intestino do bebê ainda está imaturo. Ou o chá simplesmente por ter um efeito calmante faz seu bebê dormir, mas não resolve a cólica. Só use remédios com prescrição médica.