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16 de novembro de 2009

Zoológico

             Quando Julinha estava com 1 ano e 5 meses, a levamos para conhecer o zoológico, eu particularmente, estava ansiosa para ver a sua reação, pois ela sempre adorou os animais, desde bem pequenina se encantava cada vez que estava diante de um simples cão, imagina como seria está diante de animais enormes como um urso por exemplo...
             Como já era esperado, ela ficou encantada, era fascinante ver o seu fascínio e encantamento pelos bichos, ela apontava, acenava, sorria, se empolgava, fazia comentários...o que jamais vou esquecer, foi o que ela disse ao se deparar com os porcos: "mamãe, bincando na paia", comparação muito pertinente por sinal!!!

             O zoológico de Salvador, é um lugar excelente para uma bela tarde de passeio com sua pequena(o), só não deve esquecer de levar o protetor solar e o chapeuzinho da criança, pois lá tem poucas áreas de sombra, além da água mineral, pois só existe um lugar para comprar essas coisas que é logo na entrada, como o percurso é imenso, não dá para voltar toda vez que sentir sede, portanto, prepara uma bela garrafa de água bem gelada...

                  Dentre as opções de lazer que temos na cidade, considero essa como uma das melhores, pois além de ter uma bela paisagem natural, o lugar foi recentemente reformado, então está ainda mais bonito, sem contar na alegria e no entusiasmo das crianças, com certeza a diversão está garantida!!!!
#ficadica

18 de outubro de 2009

Júlia X Júlia

                 É impossível fazer um blog sobre Julinha e não citar sua amiguinha mais especial, especial porque tem o mesmo nome da minha filha, especial porque elas são incrivelmente parecidas, se parecem no jeito de falar, nas manias, na personalidade, na esperteza, etc, e por fim, especial porque a família dela é imensamente especial pra nós!!!!
                 Desde que elas eram muito pequeninas começamos (eu e Érica - a mamãe de "Júlia 2") a perceber o quanto elas eram parecidas, o primeiro fato que chamou a nossa atenção ocorreu quando Julinha tinha 4 meses e Jujuca (apelido carinhoso que eu dei a Júlia de Érica) estava com 5 meses, marcamos para as duas passarem a tarde juntas e elas se comportavam da mesma maneira, até as posições para assistir tv eram idênticas. Foi uma tarde muito divertida, aliás, todos os momentos que passamos juntas é sempre inesquecível!!!!
                Como o objetivo desse blog é fazer com que os posts sigam uma sequência cronológica dos fatos, mais à frente farei um novo post sobre as Júlia's explicando com mais detalhes a profundidade dessa semelhança, e vocês poderão compreender melhor. Por ora, fica a homenagem à minha querida Jujuca, a quem eu tanto amo - de uma forma absolutamente inexplicável - e a toda a sua família, a qual eu adotei como se fosse minha, e da qual nunca deixaremos de fazer parte!!! Amo imensamente!!!!

16 de outubro de 2009

Hora de retirar a fralda

                    Assim que Julinha completou 01 ano, logo dei início ao processo da retirada da fralda, mas, na prática, tudo é infinitamente mais difícil do que na teoria, e esta foi uma fase de muito trabalho, onde é indispensável que se tenha muita paciência e persistência...
 
                   Depois de alguns xixi's no chão, muita conversa e excessiva dose de determinação de minha parte, enfim, conseguimos fazê-la entender que havia um local apropriado para suas necessidades fisiológicas, e finalmente ela conseguiu se entender com o troninho. Mas isso só aconteceu cerca de 4 meses depois do inicio dos trabalhos, ou seja, quando ela estava com 1 ano e 4 meses, é claro, que no início fui fraca e desisti muitas vezes, até que um dia decidi que não colocaria mais fralda nela durante o dia, e a partir daí não voltei atrás.

                   Com relação ao famoso e sonhado "nº 2", esse foi bem mais difícil, levamos ainda alguns meses para termos essa agradável notícia, a qual recebemos exatamente no dia em que ela completou 2 anos e 11 meses, apenas nesse dia obtivemos um exemplar "nº 2" o que finalizou mais uma árdua etapa... o que foi motivo de muita comemoração em nossa casa!

                    E por fim, quanto à fralda noturna, até hoje a usamos, estamos em processo de despedida, mas, infelizmente ainda não conseguimos dizer adeus a esta.

                    Como podem perceber, o desfralde não é uma tarefa muito fácil, muito pelo contrário, é uma tarefa bem difícil, complexa, e muito relativa, pois varia de bebê para bebê o tempo certo para darmos início à retirada...tenho experiências de crianças muito próximas que conseguiram retirar a fralda em tempo muito menor, bem como, tenho contato com outras crianças que demoraram mais tempo do que minha filha para conseguir essa proeza, portanto, devemos seguir a recomendação médica e iniciarmos o desfralde tão logo a criança complete 01 ano e respeitar o tempo de cada uma, acaso elas demonstrem não ter ainda maturidade suficiente para cumprir mais essa etapa em suas vidinhas.

                     De todo modo, darei algumas dicas que funcionaram comigo, pois, imagino que possam ajudá-las de alguma forma:

                     Primeiro de tudo, devemos ser firmes em nossa decisão, e sabermos motivar nossos filhos acaso eles insistam para que coloquemos suas fraldinhas quando estiverem com vontade de fazer xixi, precisamos resistir aos meigos pedidos que receberemos e insistirmos para que a criança tente fazer no troninho;

                     Outra coisa muito importante: nunca devemos mandá-las fazer xixi na fralda durante esse período, para que não aumentemos ainda mais a confusão em suas cabecinhas, lugar de fazer xixi é no troninho...SEMPRE;

                     Devemos ter paciência para as eventuais sujeiras que ocorram em nossas casa, e JAMAIS reclamar ou repreender a criança, devemos sempre estimulá-las dizendo que não pode avisar apenas depois de já terem feito, que precisam pedir nossa ajuda antes de fazer;
                     Conversar bastante sobre o assunto, é fundamental;

                     Mostrar a criança que a mamãe e o papai usam o vaso, e que isso é a ordem natural das coisas, e como eles estão crescendo precisam seguir nossos exemplos.

                     De todas as dicas as duas últimas, em minha opinião, são as que mais fazem a diferença;

                     No mais boa sorte a todas, e muita paciência!!!!

16 de agosto de 2009

Amamentação

             Infelizmente não fui merecedora da dádiva de poder amamentar minha filha (acho que Deus já havia sido generoso o bastante ao permitir que eu a tivesse gerado e com saúde), mas a sensação de frustração foi insuportável...assim que a trouxeram para mim, depois de passadas as horas necessárias de observação, ela estava faminta, a boquinha já veio ansiosa buscando pelo alimento, mas...eu não podia...não do jeito que queria, não do jeito que sonhei...e tive de vê-la sendo alimentada pela enfermeira, porque eu não consegui fazer isso...fui fraca....covarde...enfim, jamais conseguirei explicar aqui o quão ruim foi a minha sensação, me sentia tão impotente, tão pequena diante da impossibilidade de poder alimentar minha filha...
              Não sei se os leitores desse blog conseguirão mensurar o quanto é difícil pra mim falar sobre assunto assim, de forma pública, mas faço isso com um único objetivo: o de mostrar que eu seria capaz de fazer qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, para ter podido viver essa experiência que imagino ser tão perfeita quanto àquela da gestação, e me revolto quando vejo algumas mulheres deixarem de amamentar, ou mesmo retirar a mama antes do tempo mínimo recomendado pelos médicos (6 meses) por mera vaidade, é no mínimo revoltante... é claro que cada um tem a liberdade de fazer suas próprias escolhas, mas posso garantir que se vocês estivessem na minha situação JAMAIS agiriam dessa forma, sem dúvida alguma, dariam muito mais valor ao ato de amamentar...
               O que eu acho mais curioso, é que apesar de minha filha nunca ter mamado, até hoje ela brinca comigo dizendo que quer mamar igual ao bebezinho e fica em meu seio fingindo que está mamando...e acho simplesmente maravilhoso, pois ela, no auge da sua inocência me faz viver, ainda que de brincadeirinha, o momento mais sonhado da minha vida...

16 de junho de 2009

1º aninho

                   Como já havia dito, comemorei todos os meses de vida da minha filha, portanto, nada mais óbvio do que imaginar que eu sonhava com sua festinha de aniversário muito antes dela nascer, já tinha até o motivo/tema da festa escolhido, e sonhava em vê-la vestida de princesa, caminhando pelo salão.
                   Assim o fiz, comecei fazendo várias cotações em casas de festas, e escolhi a que tinha o melhor custo/benefício, e depois de fazer a reserva e os devidos pagamentos, foi só sentar e esperar o grande dia chegar...
                   Fazer festa de aniversário nessas casas especializadas, tem vários pontos positivos e apenas um ponto negativo: os pontos positivos são, você tem tudo reunido em um só lugar, comida, bebibda, brinquedos com seus respectivos monitores, decoração, convites, lembrancinhas, etc, ou seja, você só precisa se preocupar em ficar linda e deixar a pequena linda e aproveitar  muito, mas, o ponto negativo é que é um tanto quanto caro, mas uma vez ou outra, vale o sacrifício!!!

                   Conheço algumas pessoas que deixaram de fazer o aniversário de 01 aninho de seus filhos por receio de que eles não aproveitassem suas festinhas, com relação a esse ponto cada mãe deve avaliar como é seu filho, porque de fato, alguns bebês nessa idade ainda não andam sozinhos, e não falam nada ou falam muito pouco, o que sem dúvida é um fator a ser considerado quando da tomada dessa decisão, mas, se o seu filho não se enquadra nesse perfil, ou seja, se ele já fala ainda que seja pouquinho (o que se presume que ele já compreende algumas coisas e te dará sinais fortes de se está ou não curtindo a festinha), e principalmente se já anda, ainda que com passinhos inseguros, não tenha dúvidas de que ele/ela se divertirá muito.

                  Minha filha foi uma grande surpresa, pois o vestido que escolhi para ela usar era aparentemente pesado, imaginei que ela sentiria calor, ficaria irritada, etc, mas nada disso aconteceu, permaneceu durante toda a festinha com seu vestido, tão à vontade, que mais parecia que ela estava de camisola...rsrs, além disso, brincou um  pouquinho nos brinquedos apropriados à sua faixa etária, e só foi dormir depois que a festinha acabou. Fiquei imensamente feliz e realizada!!!!

                   Ah, só para não perder o costume, a casa de festas onde fiz a festinha de minha pequena, foi o Castelo Encantado, que fica em Lauro de freitas, a proprietária do local se chama Sandra, e é um amor de pessoa, eu recomendo!!!

6 de junho de 2009

A importância dos livros

            Talvez nenhum de nós seja capaz de mensurar os benefícios que o contato com livros desde a primeira infância traz à nossas vidas, mas, posso garantir que ele ajuda e muito, a desenvolver a oralidade da criança.
             Desde a minha gravidez, adotei o hábito de conversar, cantar e até mesmo contar historinhas diariamente para minha filha, e ainda nessa fase pude perceber que ela se acalmava cada vez que fazia uma dessas coisas, sabemos que basta ouvir a voz da mãe que o nascituro se sente seguro, mas, sempre tive a nítida sensação de que isso a deixava especialmente tranquila. Em alguns dias, ela ficou agitada, mexendo bastante, e sempre que conversava com ela ou contava historinhas ela ficava calma, parava de mexer...era incrível!!!

                 Depois que Julinha nasceu, intensifiquei ainda mais esse hábito, e ela desde muito cedo, deu os primeiros sinais do quanto adorava ouvir historinhas e musiquinhas, sempre teve muitos livrinhos, e trocava qualquer brinquedo pelos seus livros, passava longos minutos concentrada neles, chegava a emitir um som, parecia que estava realmente lendo...rsrs

                  Com certeza, foi o contato com os livros, e o hábito de nos ouvir ler as historinhas para ela que ajudou a desenvolver a sua fala, e o seu vocabulário, que para sua idade, é muito rico e claro.

                   Julinha começou a falar aos 11 meses, e sempre falou tudo muito claro, bem explicadinho, hoje ela formula frases de uma maneira admirável, e tenho certeza de que o maior responsável por esse belo desenvolvimento foi o livro, portanto, abusem dos livros, além de ser um belo presente, deixa tanto o bebê quanto a mamãe muito felizes!!!!

18 de maio de 2009

Mensários

           A opção entre comemorar ou não o mensário do bebê depende de cada um, algumas pessoas acham bobagem, desnecessário, enquanto outras consideram imprencindível, eu me encaixo no segundo grupo...
           Em nossa casa fazíamos de cada mensário uma festa, e esta começava logo cedo...assim que Julinha acordava eu e o papai cantávamos parabéns pra ela, agradecíamos a Deus por sua vida e sua saúde (fizemos isso todos os 11 meses...) e depois partíamos para o lado da ludicidade, ela adorava, sempre entrou literalmente no clima e demonstrava curtir muito, isso é claro a partir do mês em que ela começou a interagir conosco, sempre tratamos o dia como se fosse o dia do aniversário mesmo.
            Ademais, era uma ótima oportunidade para reunirmos alguns amigos, os que eram figuras certas na festinha eram: vovô Paulo e vovó D'ajuda, tia Paula, tia Roberta, os Dindos e seus respectivos, tia Cíntia, tio Sam, tia Lora e tio Nilo, esses foram em quase todos, salvo raríssimas exceções, e eventualmente, tínhamos o prazer de contarmos com as ilustres presenças dos tios Dinho e Théo, bem como a inenarrável presença de tia Liu (essa era a campeã na esporadicidade...rsrs), às quais agradecemos por abrilhantar ainda mais todas as nossas celebrações.
            Por isso acho que vale muito a pena essas comemorações e sem dúvida alguma, repetiremos a dose quando da chegada do nosso próximo filho(a) daqui há alguns aninhos...


17 de maio de 2009

Hora de deixar a mamadeira

             Quando Jú completou 11 meses, decidi que era hora de deixar a mamadeira, mas,  nesse momento passamos por alguns conflitos, pois temos uma certa resistência em aceitar que nossos filhos, até então tão pequeninos e dependentes, estão crescendo...e no fundo sabemos que junto com todo esse desenvolvimento virá uma certa dose de independência.
 
              É muito difícil de aceitarmos e principalmente de entendermos que, muitas vezes, somos nós, por medo ou até mesmo por inexperiência, quem "impedimos e bloqueamos" o desenvolvimento de nossos filhos.
 
              Quantas de nós, nunca disse a si mesma: "não cresce não, fica assim sempre pequena..."? No fundo...lá no fundinho...desejamos que nossos filhos sempre dependam de nós...eu sempre me pego com medo de como será quando minha filha não me quiser tão perto...quando apenas minha carona bastar...dá uma angústia tão grande!!! Mas o que não podemos esquecer, em nenhuma hipótese, é que o nosso dever, enquanto pais e mães é educar e orientar nossos filhos para que eles possam andar com suas próprias pernas, sendo fortes o suficiente para enfrentar o mundo, afinal de contas não podemos colocá-los em uma redoma de vidro para que eles estejam sempre sob nossas vistas e nossos cuidados...

              Então, apesar de ter dado um pouco de trabalho no início, pois ela passou um período rejeitando o mingau em função da troca da mamadeira pelo copo, como em todas as fases de mudança, precisamos ser firmes, e termos muita, muita paciência, e acredito que o mais importante de tudo é termos a consciência de que, ainda que a criança passe um ou dois dias sem aceitar o mingau, ela não estará doente, principalmente porque nessa idade já está se alimentando de outras coisas, ou seja, não podemos ceder, porque uma vez que você cede, e oferece o mingau na mamadeira, ela descobrirá a chave do sucesso: basta não aceitar o mingau por um tempo que a mamadeira voltará e ela ficará feliz!!!
             Dicas: É importante que depois da mamadeira, a criança passe pelo copo, conhecido como copo de transição, aquele que tem um biquinho, pois desta forma a adaptação será ainda mais fácil.

             Não podemos esquecer que a mamadeira acumula muitas bactérias, e esse é mais um grande motivo para que nos livremos dela o quanto antes...

16 de maio de 2009

Os primeiros passos

             Aos 11 meses, depois de muita expectativa, eis que minha garotinha dá os seus primeiros passos...muito inseguros, como são esperados, cheios de medo, de ansiedade, e uma felicidade escancarada.
              Foi um momento muito marcante, e inesquecível!!!

              O que me deixou mais feliz foi o fato desse momento tão esperado ter acontecido enquanto estávamos em casa brincando, pois eu e meu marido tínhamos acabado de chegar do trabalho, e estávamos os três brincando no chão. Ela já conseguia ficar de pé, e como já havia dito, também já estava engatinhando, andava segurando em nossas mãos, e se apoiando em tudo o que ela encontrava disponível em seu caminho, até que neste belo dia, ela cria coragem de ir atrás de um brinquedinho que estava na mão do papai, solta as minhas mãos e vai...

                  A sensação de ver um filho, seu filho, dar os primeiros passos é simplesmente indescritível, é uma emoção que não se explica, apenas se sente, mas posso assegurar de que essa é uma das maiores emoções que um pai e uma mãe podem viver!!!
                  Dica: Eu sou completamente contra o uso de andador, é comprovado que o seu uso traz diversos problemas na musculatura e nos ossos do bebê, que muitas vezes só se manifestam na vida adulta, porém, se podemos evitá-los, porque não fazê-lo?
                 Eu nunca usei andador, e jamais sentir sua falta, o acho totalmente dispensável, no entanto, Julinha sentou, engatinhou e andou em um tempo relativamente curto.

                  É evidente que existe um tempo médio para que os bebês passem por cada uma dessas etapas, contudo, alguns vivem essas experiências antes e outros depois desse prazo, o que não deixa de ser normal, é claro!

                 Mas, algumas atitudes podem ajudar a estimular o desenvolvimento do seu bebê, tais como: brincar no chão, deixá-lo solto, evitar passar muito tempo com o bebê no colo, ou na cama. Estando no chão e cercado de brinquedos ele se sente estimulado a alcancá-los o que faz com que aprenda a "se virar" e consequentemente a descobrir como chegar nos brinquedos mais rápido, e sem traumas!!! #ficaadica

16 de março de 2009

A 1ª viagem

                 Quando Julinha estava com 9 meses de idade, o Papai precisou viajar a trabalho, e Mamãe, passados alguns dias sem o papai decidiu ir a seu encontro, foi uma verdadeira aventura, sair sozinha com uma bebê de 9 meses, com sacolas, viajar de ônibus, e ainda por cima uma viagem de 7h...loucura, loucura, loucura!!!
                 É óbvio que eu achava que seria tudo muito tranquilo (até porque se assim não fosse não teria tido a brilhante idéia de viajar), mas foi uma maratona, administrar sacolas e bebê é uma verdadeira arte...

                Decidir viajar à noite, pois assim Julinha dormiria a viagem toda e seria mais tranquilo, mas passar 7 horas com uma bebê no colo em uma cadeira de ônibus (e olha que viajei de ônibus leito) é no mínimo desconfortável.

                Mas chegar e ser recebida com o lindo sorriso do papai na rodoviária compensa qualquer sacrifício!!!

                 Apesar de não ter sido uma viagem tranquila, em se tratando de sua  primeira viagem, fez-se necessário que eu fizesse esse post, em especial para servir de alerta às mamães que querem viajar com seus pequenos e tem a mesma idéia errada que eu tinha a respeito de como seria essa viagem, enfim, fica a dica.

               Dica: Evite viajar com um bebê, especialmente sozinha, e por longos trechos, se tiver opção, não viaje, ou vá de avião (se você for viajar para uma cidade que tenha aeroporto, é claro, o que não foi o meu caso).

17 de janeiro de 2009

Engatinhando

                   Uma das cenas mais lindas que eu já vi, foi a da minha pequena engatinhando...
Depois que ela conseguiu sentar foram muitos dias de expctativa para que ela engatinhasse, era emocionante ver o quão frágil é o ser humano em desenvolvimento, o esforço que ela fazia tentando engatinhar era comovedor, até que depois de longos dias de tentativa, eis que a pequena começa a engatinhar de marcha ré...rsrs, ela passou um tempo engatinhando para trás até enfim conseguir engatinhar para frente., quando estava com 7 meses.
                   Mas nem toda criança passa por essa fase, e isso é absolutamente normal. Algumas crianças pulam essa etapa, e depois que conseguem sentar sozinhas, aprendem a ficar de pé, até conseguir andar, o importante é não forçar...e esperar que cada criança dê os sinais e se desenvolva, afinal de contas o ato de engatinhar não demonstra que a criança é mais saudável do que a que não consegue engatinhar, mas que elas são diferentes, apenas isso. Mas eu não posso deixar de reconhecer que é muito lindo vê aquele bebezinho engatinhando pela casa inteira, e depois que essa fase passa bate uma saudaaaaaade!!!

16 de janeiro de 2009

Conhecendo o mar

                  Acho que todas as mães devem ficar se perguntando quando será o melhor momento de levar seu bebê à praia pela primeira vez, aqui não vou falar do livre arbítrio e da vontade individual de cada mãe, e vamos falar um pouco de consenso (embora eu não costume seguir a opinião da maioria, neste caso é uma exceção), ao menos no consenso dos pediatras, o bebê não deve ir à praia antes dos 6 meses completos, por ser um lugar de extrema exposição ao sol, entre outras exposições um tanto quanto óbvias.
                 Acredito que pra mim tenha sido ainda mais difícil aguardar esse prazo, tendo em vista o fato de eu morar muito perto da praia, mas quando o assunto é a saúde e a segurança da minha filha, os demais aspectos ficam em segundo plano.

                 Quando Julinha estava com 7 meses, a levamos para conhecer o mar, ela ficou encantada com o seu barulho, e era perceptível a sua excitação com a imensidão do mar, obviamente passamos muito pouco tempo na praia por ter sido sua primeira vez, mas foi o suficiente pra ela poder aproveitar o que era possível, fomos eu, Julinha, Papai, tio Dinho, tia Liu, e o seu priminho Moisés, tiramos um milhão de fotos, e nos divertimos muito.
Dicas: o mais importante ao levar um bebê à praia é NUNCA esquecer de passar protetor solar antes de sair de casa, e enquanto estiver na praia, deixá-la com um chapeuzinho pra evitar o contato direto com o sol na cabeça e no rostinho, e principalmente, HIDRATAR, HIDRATAR, e HIDRATAR, água de 5 em 5 minutos. Além disso, todos nós sabemos que devemos evitar exposição ao sol depois das 10h da manhã e até às 16h da tarde, mas em se tratando da cidade de Salvador, acredito que o limite do sol matinal para os bebês seja às 09h, horário que no verão o sol já está escaldante!!!